No início do século XVII, tinha início a história de um povoado situado nas proximidades do rio Potengi. Segundo registros da história, uma postura firme dos habitantes aos ataques dos holandeses, que ao chegarem a localidade quiseram impor o domínio militar, cultural e religioso, culminou com a tragédia que vitimou toda uma comunidade e entrou para a história como o Massacre de Uruaçu.
No ano de 1698, os holandeses afastaram-se do povoado e começaram a chegar os primeiros grupos de pioneiros exploradores vindos de Pernambuco.
Consolidado, o povoado de São Gonçalo do Amarante, que em 1833 dava início a uma luta pela sua autonomia política, foi denominado vila e desmembrada de Natal, tornando-se município. Anos mais tarde, uma epidemia de cólera que dizimou quase toda a população e SGA retornou à condição de povoado natalense através da Lei n° 604.
Continuou a luta pela autonomia política e em 3 de agosto de 1874, pela Lei n° 689 o povoado voltou a ser o município de São Gonçalo do Amarante. Após cinco anos perdeu novamente sua autonomia e voltou a ser povoado, pertencendo dessa vez a Macaíba. Outra vez retorna à condição de município através do Decreto 57.
Mais uma vez por causa das idas e vindas da política perde sua autonomia pela força do Decreto n° 268, de 30 de dezembro de 1943, e volta a pertencer ao município de Macaíba com o nome de Felipe Camarão. Quinze anos depois, em 11 de dezembro de 1958, através da Lei n° 2.323, desmembrou-se de Macaíba e se tornou definitivamente o município de São Gonçalo do Amarante.
Fonte: www.idema.rn.gov.br